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Processos

Dobra de barramento

Conformação de plano e de cutelo, raio mínimo conforme a têmpera, retorno elástico, marcas de ferramenta e planejamento da sequência de dobra.

Duas coisas separam uma dobra boa de uma ruim, e nenhuma delas é a força nominal da máquina. A primeira é o raio mínimo, fixado pela têmpera do material: a EN 13601 designa o cobre recozido mole como R220, o meio-duro como R240 e o duro como R290, e conforme a têmpera endurece cresce o menor raio que a fibra externa aceita sem trincar. A segunda é o retorno elástico. Dobrar é deformação plástica com recuperação elástica por cima, então a peça relaxa quando a ferramenta solta: o retorno cresce com a razão entre o limite de escoamento e o módulo de elasticidade e com a razão entre raio de dobra e espessura. É por isso que uma têmpera mais dura precisa de mais sobredobra para chegar ao mesmo ângulo final, e por isso que uma tabela de compensação indexada por material, espessura e têmpera — verificada contra uma primeira peça — é o único jeito confiável de segurar um ângulo ao longo de uma série.

Um desenho que especifica o ângulo mas não a têmpera não está totalmente especificado. A sobredobra depende dela.

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