Processos
Torção de barramento
Comprimento de torção, distorção da seção e quando a torção é a resposta certa no lugar de uma dobra de cutelo.
A torção gira a barra em torno do seu próprio eixo longitudinal, normalmente para levar uma face de conexão a outro plano sem o raio que uma dobra de cutelo exigiria. A geometria que importa é o comprimento da torção: quanto mais longa a transição, menor a deformação nas arestas, e uma torção curta demais afina e distorce a seção nos cantos. Na prática, a torção costuma ser a resposta certa exatamente onde a dobra de cutelo é a errada, porque a força de cutelo cresce com o quadrado da largura da barra e a fibra interna tende a flambar. Acertar essa escolha é quase sempre questão de ferramental e de tempo de ciclo, não de capacidade.
Máquinas
EMAC-BB-H12
Dobra 3D hidráulica híbrida, 400 kN, ±0.1°
EMAC-BB-S12
Dobra 3D servo puro, 400 kN, ±0.1°, sem hidráulica
SMART-303CNC-S
Multifuncional de 300 kN: furo, corte, dobra, torção, estampagem
SMART-603CNC-S
Multifuncional de 600 kN para barra até 260 × 20 mm
SMART-603CNC-6S / 8S
Multifuncional de 600 kN com torre de 6 ou 8 estações
BPM-303CNC-6S / 8S
Três em um de 350 kN: a máquina de entrada
Fundamentação técnica
Dobra
Dobra de cutelo contra dobra de plano em barramento
Por que a força de dobra de cutelo escala com o quadrado da largura, onde a flambagem fixa o limite, e como escolher entre torção, juntas parafusadas e chapa.
9 min de leitura
Dobra
Torção de barramento: geometria, limites e ferramental
Comprimento de torção em função da largura, a deformação imposta, empenamento da seção, afinamento de aresta, retorno torcional e quando torcer, não dobrar.
8 min de leitura
Normas citadas
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